As buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, (foto em destaque) desaparecidos em Bacabal (MA), completam 20 dias nesta sexta-feira (23/1). Sem pistas concretas há mais de uma semana, forças de resgate direcionaram novas estratégias para tentar encontrar as crianças.
Elas desapareceram em 4 de janeiro, após saírem para brincar no quilombo de São Sebastião dos Pretos. Desde então, uma força-tarefa atua na região com apoio de cães farejadores, mergulhadores e equipes da Polícia Civil do Maranhão (PCMA), Corpo de Bombeiro, Exército Brasileiro e Marinha.
Em entrevista exclusiva ao site Metrópoles, o prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), afirmou que as buscas não tem prazo para acabar. “Não vamos sair da mata nem do rio enquanto não tivermos uma resposta”, declarou.
Segundo o prefeito, nenhuma linha de investigação foi descartada. Ele destacou que as condições da região, com mata fechada, áreas alagadas e difícil acesso, têm dificultado o avanço das buscas. Entre as hipóteses analisadas pelas autoridades estão desde um possível sequestro até ataque de animais silvestres ou afogamento.
Recompensa e mobilização
A prefeitura mantém a oferta de R$ 20 mil para quem fornecer informações concretas que levem ao paradeiro dos irmãos (via disque-denúncia 181). O clima na cidade é de grande tristeza. Enquanto Anderson se recupera do trauma físico e psicológico após 14 dias de internação, a angústia dos pais de Ágatha e Allan só aumenta.
A força-tarefa, que já contou com mais de 500 pessoas e varreu uma área superior a 3.200 km², entra na terceira semana com o desafio de lutar contra o tempo.







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